Assim como o documentário de Michael Moore “Tiros em Columbine”, o Brasil também produziu infelizmente, cenas que jamais imaginaríamos um dia acontecer. Entre as notícias do dia-a-dia, uma nos pegou de surpresa: Um massacre em uma escola, vitimando dezenas de crianças e ferindo outras demais. Tratando-se de Brasil é fácil ver bandidos, corrupção, pivetes e afins. Porém, quando a notícia aponta um tiroteio em massa, logo nos lembramos que isto não reflete e jamais refletiu o nosso país. Aqui, criminalidade de fato acontece às escuras e as claras, porém execuções de inocentes em massa, poucas vezes foram noticiadas. Já ouvimos e lemos algo sobre chacinas ( lamentavelmente ) , porém em algo desta natureza fria e estritamente calculista com crianças e menores que nada tinham a ver com a esquizofrenia do atirador, foi algo muito difícil de tentar até mesmo entender.
Manchas de sangue em um uniforme, não podem jamais representar a vida de qualquer estudante que sai de casa com um propósito de aprender. Em uma escola, nós aprendemos a conviver, aprendemos a nos socializar. O que não aprendemos, foi esta aula covarde de um homem doente que aproveitou da fraqueza de crianças, para mostrar o quanto ele tinha força e pôde-se vingar do que sofreu em algum lugar, que nada tem haver com a realidade daquelas crianças.
O que nós vimos, parecia ser um filme ou documentário americano. Era possível nitidamente imaginar estes fatos em outros lugares, mas jamais no Brasil. Por diversas vezes olhava a notícia e me lembrava do documentário, Tiros em Columbine. A história é basicamente a mesma, um atirador que sai desenfreado executando jovens e crianças em uma escola da qual ele pertencia. Porém, uma pergunta permanecia no ar: Para que e porque tanta crueldade, frieza e violência? Tanto no documentário, quanto na vida real não temos as respostas.
Sabemos que muitas notícias sobre os fatos vão chegar. Muitas teorias, análises, entendimentos da perícia, depoimento de autoridades públicas e afins. Porém não podemos esquecer que todas estas notícias chegam, enquanto as crianças vitimadas, não vão mais retornar…
Em estado de luto,
Artigo criado por Igor Chiesse e toda equipe Taí com Fritas
Notícia da denominação, reflexões teológicas pentecostais, artigos interessantes de outros blogs, manchetes de repercussões nacionais e agenda local.
sábado, 9 de abril de 2011
LIÇÃO 02- NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO
Subsídio preparado pela equipe de educação da CPAD
Texto Bíblico: João 1.29-33; Romanos 8.9-11,14,15
Introdução
I. A pluralidade dos nomes do Espírito Santo
II. OS Símbolos Bíblicos
III. OS Símbolos do Espírito Santo
CONCLUSÃO
O ESPÍRITO SANTO COMO ENSINADOR
O Espírito Santo pode e irá ajudar todo crente a interpretar e compreender corretamente a Palavra de Deus e a sua obra contínua neste mundo. Ele nos levará a toda a verdade. Esta promessa, no entanto, exige também que cooperemos com o nosso esforço. Devemos ler com cuidado e com oração. Deus jamais teve a intenção de fazer da Bíblia um livro de difícil compreensão para o seu povo. Porém, se não nos dispusermos a cooperar com o Espírito Santo mediante o estudo e a aplicação de regras sadias de interpretação, nosso modo de entender a Bíblia – nossa regra infalível da fé e conduta - ficará carregado de erros. O Espírito Santo nos levará a toda a verdade à medida que lemos e estudarmos cuidadosamente a Bíblia, sob sua orientação.
Uma das verdades ensinadas pelo Espírito Santo é que não podemos recitar uma fórmula mágica do tipo: “Amarro Satanás; amarro minha mente; amarro minha carne. Agora, Espírito Santo, creio que os pensamentos e as palavras que se seguem vêm todos de ti!”. Não nos é lícito usar encantamentos para submeter Deus à nossa vontade. João admoesta a Igreja: “Provai se os espíritos são de Deus e a testar, pelas Escrituras, os nossos pensamentos e os de outras pessoas. Há perigos genuínos neste assunto. Certo autor reivindica, na capa do seu livro: “Este livro foi escrito no Espírito”. Outra reivindicação do seu livro: “Predições cem por cento corretas das coisas do porvir”. A tarefa do leitor, com a ajuda do Espírito Santo, é seguir o exemplo dos bereanos, que o próprio Espírito recomenda através das palavras de Lucas. Eles persistiam “examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11). Cada crente deve ler, testar e compreender a Palavra de Deus e os ensinos a respeito dela. O crente pode fazer assim confiadamente, na certeza de que o Espírito Santo, que habita em cada um de nós, irá levar-nos a toda a verdade.
Texto extraído da obra: “Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal”. Rio de Janeiro: CPAD.
USOS E COSTUMES NA IEAD
USOS E COSTUMES
DEFENDIDOS PELAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL
DEFININDO OS TERMOS:
Princípio
“Ato de principiar. Causa primeira. Origem. Razão fundamental. Elemento que predomina na constituição de um corpo organizado. Ex.: Princípio da vida. Convicção. (Grande Dicionário Ilustrado – Novo Brasil. Ed. 1979).
“Começo. Causa, Origem. Razão fundamental. Base. Preceito. Regra”. (Dicionário Álvaro Magalhães – E. Globo).
Princípios são bases estabelecidas por Deus para orientação da sociedade humana, que estabelecem parâmetros, dentro dos quais o homem é aceito e se relaciona com o Criador.
“Regras fundamentais e gerais de qualquer ciência ou arte. Ex.: Princípios fundamentais das Ciências, da Física, da Química, da Matemática, da Filosofia, ...da Religião”.
Tradição
É a transmissão de ensinos, práticas, crenças de uma cultura de uma geração a outra. A palavra grega para tradição é paradosis, usada no sentido negativo (Mt 15.2; Gl 1.14); e também no sentido positivo (2 Ts 2.15). Quando se coloca a tradição acima da Bíblia ou em pé de igualdade com ela a tradição assume uma conotação negativa. Muitas vezes é usada simplesmente para camuflar nossos pecados. O problema dos fariseus e da atual Igreja Católica é justamente por receber a tradição como Palavra de Deus. Disse alguém: “Tradição é a fé viva dos que agora estão mortos, e tradicionalismo é a fé morta dos que agora estão vivos”.Quando afirmamos que temos as nossas tradições, não estamos com isso dizendo que os nossos usos e costumes tenham a mesma autoridade da Palavra de Deus, mas que são bons costumes que devem ser respeitados por questão de identidade de nossa igreja. Temos quase 90 anos, somos um povo que tem história, identidade definida, e acima de tudo, nossos costumes sãos saudáveis. Deus nos trouxe até aqui da maneira que nós somos e assim, cremos, que sem dúvida alguma ele nos levará até ao fim.
A RESOLUÇÃO DE SANTO ANDRÉ NOS DIAS ATUAIS
A Resolução
“E ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus”, Lv 20.26.
“ - A 22ª Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, reunida na cidade de Santo André, Estado de São Paulo, reafirma o seu ponto de vista no tocante aos sadios princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil. Imbuída sempre dos mais altos propósitos, ela, a Convenção Geral, deliberou pela votação unânime e dos delegados das igrejas da mesma fé e ordem, em nosso país, que as mesmas igrejas se abstenham do seguinte:
1. Uso de cabelos crescidos, pelos membros do sexo masculino;
2. Uso de traje masculino, por parte dos membros ou congregados, do sexo feminino;
3. Uso de pinturas nos olhos, unhas e outros órgãos da face;
4. Corte de cabelos, por parte das irmãs (membros ou congregados);
5. Sobrancelhas alteradas;
6. Uso de mini-saias e outras roupas contrárias ao bom testemunho da vida cristã;
7. Uso de aparelho de televisão – convindo abster-se, tendo em vista a má qualidade da maioria dos seus programas; abstenção essa que justifica, inclusive, por conduzir a eventuais problemas de saúde;
8. Uso de bebidas alcoólicas.
Esta Convenção resolve manter relações fraternais com outros movimentos pentecostais, desde que não sejam oriundos de trabalhos iniciados ou dirigidos por pessoas excluídas das ‘Assembléias de Deus’, bem como manter comunhão espiritual com movimentos de renovação espiritual, que mantenham os mesmos princípios estabelecidos nesta resolução. Relações essas que devem ser mantidas com prudência e sabedoria, a fim de que não ocorram possíveis desvios das normas doutrinárias esposadas e defendidas pelas Assembléias de Deus no Brasil”.
O texto
Atendendo parecer do Conselho Consultivo da CGADB encaminhado ao 5º ELAD, em 25 de agosto de 1999, a Comissão analisou à luz da Bíblia, de nosso contexto e de nossa realidade, expressando esses princípios numa linguagem atualizada.
O primeiro ponto que precisa ser expresso numa linguagem atualizada é a declaração: “sadios princípios estabelecidos na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil”. O texto não faz distinção entre doutrina e costume. O O Manual do CAPED, edição de 1999, CPAD, Rio, p. 92, diz:
“Há pelo menos três diferenças básicas entre doutrina bíblica e costume puramente humano. Há costumes bons e maus. A doutrina bíblica conduz a bons costumes.
Quanto à origem• A doutrina é divina• O costume é humano
Quanto ao alcance• A doutrina é geral• O costume é local
Quanto ao tempo• A doutrina é imutável• O costume é temporário
A doutrina bíblica gera bons costumes, mas bons costumes não geram doutrina bíblica. Igrejas há que têm um somatório imenso de bons costumes, mas quase nada de doutrina. Isso é muito perigoso! Seus membros naufragam com facilidade por não terem o lastro espiritual da Palavra”.
A palavra grega usada para “doutrina” no NT é didache, que segundo o Dicionário Conciso Griego – Español del Nuevo Testamento, significa: “o que se ensina, ensino, ação de ensinar, instrução”. (Jo 7.16, 17; At 5.28; 17.19; e didaskalia, que segundo o já citado dicionário é: “o que se ensina, ensino, ação de ensinar, instrução”. O Léxico do N.T. Grego/Português, de F. Wilbur Gingrich e Frederick W. Danker, Vida Nova, São Paulo, 1991, p. 56,diz que didasskalia é: “Ato de ensino, instrução Rm 12.7; 15.4; 2 Tm 3.16. Num sentido passivo = aquilo que é ensinado, instrução, doutrina Mc 7.7; Cl 2.22; 1 Tm 1.10; 4.6; 2 Tm 3.10; Tt 1.9)”; e didache: “ensino como atividade, instrução Mc 4.2; 1 Co 14.6; 2 Tm 4.2. Em um sentido passivo = o que é ensinado, ensino, instrução Mt 16.12; Mc 1.27; Jo 7.16s; Rm 16.17; Ap 2.14s, 24. Os aspectos at. e pass. podem ser denotados em Mt 7.28; Mc 11.18; Lc4.32”. Segundo a Pequena Enciclopédia Bíblica, Orlando Boyer, doutrina é “tudo o que é objeto de ensino; disciplina” (Vida, S. Paulo, 1999, p. 211).
À luz da Bíblia, doutrina é o ensino bíblico normativo terminante, final, derivado das Sagradas Escrituras, como regra de fé e prática de vida, para a Igreja, para seus membros, vista na Bíblia como expressão prática na vida do crente, e isso inclui as práticas, usos e costumes. Elas são santas, divinas, universais e imutáveis.
Nos próprios dicionários seculares encontramos esse mesmo conceito sobre doutrina: “É o complexo de ensinamentos de uma escola filosófica, científica ou religiosa. Disciplina ou matéria do ensino. Opinião em matéria científica” (Dicionário Álvaro de Magalhães). “Conjunto de princípios de um sistema religioso, políticos ou filosóficos. Rudimentos da fé cristã. Método, disciplina, instrução, ensino” (Dicionário Ilustrado Novo Brasil, ed. 1979).
Costume
A Pequena Enciclopédia Bíblica, Orlando Boyer, define costume como “Uso, prática geralmente observada”. (p. 169). As palavras gregas usadas para “costume são ethos (Lc 2.42; Hb 10.25) e synetheia (Jo 18.19; 1 Co 8.7; 11.16).A primeira, de onde vem a palavra “ética”, significa costume com sentido de “lei, uso” (Lc 1.9). Não é biblicamente correto usar doutrina e costume como se fosse a mesma coisa. O costume é “Prática habitual. Modo de proceder. Jurisprudência baseada em uso; modo vulgar; particularidade; moda; trajo característico, procedimento; modo de viver”. Os costumes visto pela ótica cristã, são linhas recomendáveis de comportamento. Estão ligados ao bom testemunho do crente perante o mundo. Estão colocados no contexto temporal, não estão comprometidos diretamente com a salvação.
Os costumes em si são sociais, humanos, regionais e temporais, porque ocorrem na esfera humana, sendo inúmeros deles gerados e influenciados pelas etnias, etariedade, tradições, crendices, individualismo, humanismo, estrangeirismo e ignorância.
Convém atualizar essa redação omitindo a expressão “como doutrina”, ficando assim: “sadios princípios estabelecidos na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil”.
Quanto aos 8 princípios da Resolução, uma maneira de colocar numa linguagem atualizada é:
1. Ter os homens cabelos crescidos (1 Co 11.14), bem como fazer cortes extravagantes;
2. As mulheres usarem roupas que são peculiares aos homens e vestimentas indecentes e indecorosas, ou sem modéstias (1 Tm 2.9, 10);
3. Uso exagerado de pintura e maquiagem - unhas, tatuagens e cabelos- (Lv 19.28; 2 Rs 9.30);
4. Uso de cabelos curtos em detrimento da recomendação bíblica (1 Co 11.6, 15);
5. Mal uso dos meios de comunicação: televisão, Internet, rádio, telefone (1 Co 6.12; Fp 4.8);
6. Uso de bebidas alcoólicas e embriagantes (Pv 20.1; 26.31; 1 Co 6.10; Ef. 5.18)
Os itens 2 e 6 foram colocados num mesmo item, pois se trata de um mesmo assunto. Colocamos referências bíblicas porque os nossos costumes são norteados pela Palavra de Deus. Precisamos ter consciência de que os nossos costumes não impedem o crescimento da Igreja. Hoje em dia há igrejas para todos os gostos, mas nós temos compromisso com Deus, com sua Palavra e com o povo. O objetivo de conquistar as elites da sociedade em detrimento de nossos costumes e tradições não é bom negócio. Isso tem causado muitos escândalos e divisões e não levam a resultados positivos. Somos o que somos, devemos aperfeiçoar as nossas estratégias de evangelismo e não mudar arbitrariamente os nossos costumes, pois isso choca a maioria dos crentes. Criar novos métodos para alcançar os pecadores, isso sim, para que o nosso crescimento possa continuar.
Falta de crescimento
Outro ponto que convém ressaltar que a falta de crescimento de algumas igrejas não é pelo fator usos e costumes, como muitas vezes tem sido enfatizado nas AGOs da CGADB, como foi ressaltado no 5º ELAD, pois mais de 85% dos líderes das Assembléias de Deus reconhecem a necessidade de preservação de nossas tradições, usos e costumes e de nossa identidade, mas sim, por falta de visão e de objetivos de seus líderes. Essa deficiência pode ser vista e comprovada dos dois lados, tantos dos favoráveis às mudanças como com os que querem manter o mesmo sistema histórico das Assembléias de Deus. O crescimento da igreja, à luz da Bíblia, é conseqüência de evangelismo, discipulado e oração; e o avivamento, fruto de jejum, oração e de arrependimento, e não resultado de usos, costumes e tradição.
Nem tudo que é extra bíblico é antibíblico. Nem tudo que nos interessa é condenado e pecado. Não podemos julgar ou condenar outros grupos porque adotaram liturgias estranhas e costumes diferentes dos nossos, e nem alcunhar nossos companheiros de ministério de liberais, pois “liberal” é uma palavra ofensiva. Os liberais sãos os que não acreditam na inspiração e autoridade das Escrituras, os que negam o nascimento virginal de Jesus, não reconhecem a existências de verdades absolutas. Discordar deles é uma coisa, mas agredir é outra muito diferente, e fere o espírito cristão do amor fraternal. Devemos, sim, preservar os nossos costumes.A salvação é um ato da graça de Deus pela fé em Jesus. A Bíblia ensina que somos salvos pela fé em Jesus (Rm 3.28; Gl 2.16; Ef 2.8-10; Tt 3.5). Todos os crentes são salvos porque um dia ouviram alguém falar de Jesus e creram nessa mensagem. Ninguém fez nada, absolutamente, para ser salva, a não ser a fé em Jesus. Como conseqüência da salvação temos o fruto do Espírito (Gl 5.22). A vida de santificação é resultado da nova vida em Cristo, e não um meio para a salvação. Cristianismo é religião de liberdade no Espírito e não um conjunto de regras e de ritos. Acrescentar algo mais que a fé em Jesus como condição para salvação é heresia e desvio da fé cristã (Gl 5.1-4). Mas, ir além da liberdade cristã, extrapolando os limites é libertinagem (Gl 5.13). A fé cristã requer compromissos e por isso vivemos uma vida diferente do mundo, do contrário essa fé seria superficial e não profunda, como encontramos no apóstolo Paulo (Gl 2.20). Não existe instituição sem normas, nós temos as nossas.
Quando os gentios de Antioquia se converteram à fé cristã a igreja de Jerusalém enviou Barnabé para discipular aqueles novos crentes (At 11.20-22). Ele Entendia que os costumes só devem ser mantidos quando necessários, pois ensinar costumes, culturas e tradições como condição para salvação, é heresia e caracteriza seita. Barnabé sabia que a tradição judaica era mais uma forma de manter a identidade nacional e que isso em nada implicaria na salvação desses novos crentes, portanto, não seria necessário observar o ritual da lei de Moisés (At 15.19, 20).
Os judeus não eram mais crentes do que os gentios por causa dos seus costumes e nem consideravam os gentios menos crentes do que eles. Pedro pregava aos judeus o “evangelho de circuncisão”, enquanto Paulo o da “incircuncisão”, ou seja, Pedro pregava aos judeus e Paulo aos gentios (Gl 2.7-9). Não se trata de dois evangelhos, mas de um só evangelho, apresentado de forma diferente. Isso é muito importante porque as convicções religiosas são pessoais e o apóstolo Paulo respeitava essas coisas. Havia os irmãos que achavam que devia guardar dias e se abster de certos alimentos, outros consideravam iguais todos os dias e comiam de tudo (Rm 14.1-8). Ele não procurou persuadir a ninguém dessa ou da outra maneira.
Diante disso, aprendemos que nenhum pastor deve persuadir o crente para deixar de observar os costumes da igreja. Isso é algo de foro íntimo. Da mesma forma, um não deve criticar o outro, porque o que ambos fazem é para Deus, além disso, o apóstolo via que se tratava de uma questão cultural (Rm 14.6-10). Proibições sem a devida fundamentação, principalmente bíblica, é fanatismo. Quem faz de sua religião o seu Deus não terá Deus para sua religião.
Isso nos mostra que o nossos costumes não são condição para a salvação, eles devem ser mantidos para a preservação de nossa identidade como denominação. Não devemos criticar os outros e nem forçar ninguém a crer contra suas próprias convicções religiosas. Há pastores que agridem o rebanho e desrespeitam seus companheiros porque querem demolir nosso patrimônio histórico-espiritual a todo custo. Deus quer a Assembléia de Deus como ela é, na sua maioria. As outras denominações foram chamadas como elas são, é assim que Deus quis, Ele é soberano. O mesmo Jesus que chamou Mateus disse para outros que não o seguisse. A vontade de Deus para a minha vida não a mesma para a vida de outras pessoas. Embora todos nós estejamos na direção e vontade de Deus, porém com chamadas diferente.
Da liturgia
Cada igreja tem seu público alvo que pretende alcançar. A nossa Igreja é bem conhecida em todo o país e tem sua linha traçada. As Assembléias de Deus não nasceram com projeto político, empresarial e nem com plano específico para evangelizar as elites da sociedade. O nosso projeto é ganhar o povo para Jesus e fundar igrejas locais em todos as cidades e bairros de nosso país. Foi com essa estrutura que Deus nos trouxe até aqui e nos fez a maior igreja evangélica do país.Nós somos pentecostais clássicos, isso significa que somos modelos para os outros, são eles, portanto, eles é que devem aprender com as Assembléias de Deus e não nós com eles, em matéria de doutrina pentecostal. É muita falta de bom senso e de respeito para com nossa denominação copiar grupos neo-pentecostais que sequer sabemos quem são, nem de onde vêm e nem para onde vão.
A avalanche de igrejas neo-pentecostais com liturgias e crenças para todos os gostos, tem levado alguns de nossos líderes a se fascinarem por esses movimentos, imitando e copiando seu sistema litúrgico. Ora, quem pertence a nossa Igreja não está enganado, são crentes que sabem o que querem, que conhecem nossa doutrina, tradição, usos e costumes e com a nossa forma de adoração. É também correto afirmar que a grande maioria se sente bem em nossos cultos de adoração a Deus.
As tentativas de mudanças são sempre um fiasco porque, quem não gosta de nossa maneira de cultuar a Deus já saiu, já foi embora para outras denominações. Por que imitar e copiar outros movimentos? Se eles inventaram suas inovações, certamente as conhece muito melhor que nós. Quem procura imitar esses movimentos não se identifica com a nossa denominação e nem com a deles. Imitação sempre é imitação. Não conquista os pecadores para Cristo, pois não tem público alvo definido. Não conquista outro público porque essas pessoas já conhecem a Assembléia de Deus. Por mais que se queira provar que são outros costumes, que as coisas mudaram, não persuadir as pessoas porque a marca das Assembléias de Deus são muito fortes.
Rio de Janeiro, RJ, 16 de agosto de 1999
Conteúdo extraído da pagina da CGADB
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009
SAUDADES, PASTOR JOEL E FAMÍLIA
Há de conhecer as qualidades de um homem de Deus quanto a obra do Senhor cresce, neste período em que nosso pastor esteve como gestor, ou pastor local, como queiram chamar na Igreja em Nazaré da Mata-PE, vimos templos sendo reformados, novos templos sendo construídos, almas se convertendo, afastados se reconciliando com Deus enfim o mover do Espírito acontecendo, a honra é para o pastor Joel, não!, como ele mesmo disse em suas últimas participações como pastor local: " Fiz mais do que minha obrigação como obreiro do Senhor!". A bíblia nos diz em I corintios 10:31: " Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus." Isto ouvimos nosso pastor sempre falar, com seu jeito: ríspido, sisudo,de poucos risos ,contudo responsável com o que é do Senhor JESUS. Comprometido com as ovelhas, muito embora saibamos que ninguém agrada com unanimidade, dizem por aí que: " toda unanimidade é burra", então até nisso nosso pastor teve vantangens na pequena, para nós, passagem por Nazaré da Mata. No entanto todo líder deixa marcas por onde passa,alguns passam imperceptíveis mas também deixam, nosso pastor Joel como falei anteriormente é de poucos risos mas de uma coração cheio de amor pelas ovelhas e deixará não cicatrizes, mas a marca do zelo pelo que é do SENHOR JESUS, como pastor que dá a vida pelas ovelhas, que muitas vezes arriscou o seu ministério porque acreditava na mudança através do arrependimento de algumas ovelhas. E isto é bíblico I Samuel 17:34-36.
Tenho certeza que o pastor Joel Teixeira em Escada, fará obras grandiosas em nome do Senhor Jesus, vá em paz pastor Joel e que a Graça de Deus através do Sangue precioso do seu filho Jesus o acompanhe. Aprendi nas escolas dominicais que o menor não abençôa o maior, mas talvez seja esta a única forma de externar o sentimento que eu ,novo reconciliado, com Deus tenha encontrado através das palavras para apregoar a gratidão que a família Xavier e todo Congregação em Nazaré tem pelo senhor.
Sentiremos Saudades!
Tenho certeza que o pastor Joel Teixeira em Escada, fará obras grandiosas em nome do Senhor Jesus, vá em paz pastor Joel e que a Graça de Deus através do Sangue precioso do seu filho Jesus o acompanhe. Aprendi nas escolas dominicais que o menor não abençôa o maior, mas talvez seja esta a única forma de externar o sentimento que eu ,novo reconciliado, com Deus tenha encontrado através das palavras para apregoar a gratidão que a família Xavier e todo Congregação em Nazaré tem pelo senhor.
Sentiremos Saudades!
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Escola Dominical ( Crescendo em Cristo)










O Que é a Escola Dominical? É uma estrutura educacional que ensina Bíblia e doutrina em cada igreja local das Igrejas Protestantes. Chama-se dominical por ter a sua origem na palavra latina "Dominus, Domini (do Senhor)" que significa Senhor. Portanto, significa em primeiro lugar Escola do Senhor. Para algumas igrejas evangélicas, por acontecer aos domingos, podendo os estudos serem temáticos ou com um único assunto.
Deus em vários momentos mostrou o seu descontentamento pelo fato do seu povo não conhecer os seus caminhos... "é um povo que erra de coração e não tem conhecimento dos meus caminhos" (Salmos 95:10); "o boi conhece o seu possuidor, e o jumento, a manjedoura do seu dono, mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende" (Isaías 1:3).
Quando somoms alcançados pela Graça de Deus e transformados pela mensagem da Cruz, surgem então os primeiros cuidados com este "recém nascido". O alimento não pode ser sólido. A própria Bíblia faz referência a este fato em I Pedro 2:1-2: "Deixando, pois, toda malícia, e todo engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações, desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que, por ele, vades crescendo". Na vida cristã é imprescindível esta alimentação básica no início da caminhada com Deus. Nesta fase precisamos firmar os nossos conceitos, passando incorporar à nossa vida os nossos valores e fundamentos. Certamente é o período mais importante. Infelizmente, alguns desistem nesta fase... "Ouvindo alguém a palavra do Reino e não a entendendo, vem o maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho; porém o que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; mas não tem raiz em si mesmo; antes, é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição por causa da palavra, logo se ofende" (Mateus 13:19-21).Ao conhecer o Senhor e a sua vontade expressa em Sua Palavra, poderemos então frutificar. Este é o nosso dever: "mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (I Pedro 2:9); "vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus" (Mateus 5:13-16).
Uns certamente darão mais frutos do que outros. A Bíblia assegura que "o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro, sessenta, e outro, trinta" (Mateus 13:23). Não importa a quantidade, mas sim a qualidade do fruto e a submissão àquele que dá o crescimento às nossas vidas: "Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento" (I Coríntios 3:6).
Que todos nós possamos dar lugar à Palavra de Deus em nossas vidas, pois ela nos transforma, nos edifica e nos prepara para estarmos em pé até aquele dia! Seja um freqüentador da Escola Dominical!
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Nosso Pastor!

O nosso pastor Joel Teixeira de Sousa, nasceu aos 19/06/1952 na cidade de Freicheirinha, pequeno município situado ao pé da serra de Tianguá, estado do Ceará, filho da irmã Carminha e do irmão Francisco das Chagas de Souza.
Desde jovem o pequeno Joel sempre se destaca pela sua inteligência e imperatividade,características naturais de líderes. O pastor Joel era o mais jovem dos nove filhos de dona Carminha.
Dona Carminha uma crente fiel que tinha como príncipio norteador da sua vida a palavra de Deus , e soube bem aplicar aos seus filhos a palavra " Ensina o menino no caminho en que deve andar para quando estiver grande não se desviar dele".
Quando adolescente teve que acompanhar os seus pais para a capital do estado em busca de melhores condições de vida. Em 1969 conheceu a sua primeira e única namorada, com a qual se casou em 1973 e deste casamento nascem 6 filhas.
Casado e com sua esposa grávida se muda para o Rio de Janeiro deixando sua esposa no Ceará e esta logo depois do parto de Cristhiane viaja para o Rio, tempos depois retornam para o Ceará onde nasce Késia e de volta para o Rio de Janeiro nasce Keila. Após quatro anos o incasável trabalhador Joel volta para o Ceará novamente e tem mais uma filha a Joelma . Em 1981 com 29 anos o jovem Joel vai para Recife onde fixou residência e lá nascem mais duas filhas( Adna e Hadassa), e foi em Recife que o Jovem pai, e incansável trabalhador Joel Teixeira foi convidado para cooperar com a obra do Senhor como professor da Escola dominical no templo Central. Em 1989 foi batizado com Espírito Santo foi separado para o Diaconato pelo Pastor José Leôncio(in memorian)para cooperar no Templo Central, logo depois foi consagrado a presbítero pelo mesmo pastor, em 1998 foi consagrado a Evangelista. Em 2005 foi consagrado a pastor depois de passar pela GERPEC, Limoeiro, Lagoa do Carro e posteriormente convidado pelo pastor Presidente para assumir a direção da Igreja em Nazaré da Mata, onde até a data atual se encontra.
Até então o Pastor Joel pode dizer "até aqui nos ajudou o Senhor"(I Sm 7:12b).
E todos nós que participamos da Igreja em Nazaré podemos dizer que somos gratos a Deus pela vida do Pastor Joel Teixeira e sua família. Amém!!!
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Pastor José Wellington e a CGADB

A história da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil – CGADB dá-se no ano de 1930. Após três décadas do surgimento no país das Assembléias de Deus, devido ao estupendo crescimento do movimento pentecostal iniciado pelos missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren, os pastores das Assembléias de Deus resolveram que já era tempo de se criar uma organização que estabeleceria o espaço para discussão de temas de máxima relevância para o crescimento da denominação.
A CGADB foi idealizada pelos pastores nacionais, visto que a igreja estava na responsabilidade dos missionários suecos e deram os primeiros passos em reunião preliminar realizada na cidade de Natal-RN em 17 e 18 de fevereiro do ano de 1929. A primeira Assembléia Geral da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil foi realizada entre os dias 5 e 10 de setembro, onde se reuniram a maioria dos pastores nacionais e os missionários que atuavam no país. Foi nessa Assembléia Convencional que os missionários suecos transferiram a liderança das Assembléias de Deus no Brasil para os pastores brasileiros. Nesta mesma reunião que liderança nacional decidiu-se por se criar um veículo de divulgação do evangelho e também dos trabalhos então realizados pelas Assembléias de Deus em todo o território nacional. Estava lançada a semente do que viria a ser o atual jornal Mensageiro da Paz. Com a rápida repercussão nacional, o periódico, então dirigido pelo missionário Gunnar Vingren, tornou-se o órgão oficial das Assembléias de Deus no Brasil.
As primeiras resoluções emanadas em Assembléias Convencionais de pastores das Assembléias de Deus, foram emitidas nas Assembléias Gerais dos anos de 1933 a 1938. Nessas Assembléias Gerais deram-se longos debates sobre as características e identidade da igreja, o que hoje são por nós conhecidas como “usos e costumes”. As primeiras resoluções também tratavam acerca de alguns pontos doutrinários, principalmente no que se referia a conduta dos obreiros e que deveriam caracterizar a igreja sendo adotados por todas as Assembléias de Deus no Brasil. A igreja experimentava um extraordinário crescimento e chegava aos mais longínquos recantos do país. Entre os anos de 1938 e 1945, quando deu-se os rumores e finalmente o transcorrer da 2ª Grande Guerra Mundial, os lideres das Assembléias de Deus tinham enormes dificuldades de se locomoverem pelo país, e por causa desse fator não foram realizadas nenhuma assembléia convencional dos anos de 1939 e 1945.
Finalmente em 1946, em Assembléia Geral Ordinária realizada na cidade de Recife-PE os pastores das Assembléias de Deus de todo o país decidiram-se por tornar a CGADB em uma pessoa jurídica, com a responsabilidade de representar a igreja perante as autoridades governamentais, bem como a todos os segmentos da sociedade. O primeiro Estatuto apresentou como principais objetivos da CGADB: “promover a união e incentivar o progresso moral e espiritual das Assembléias de Deus; manter e propugnar o desenvolvimento da Casa Publicadora das Assembléias de Deus” e principalmente a aproximação das Assembléia de Deus no país: “Nenhuma Assembléia de Deus poderá viver isoladamente, sendo obrigatória a interligação das Assembléias de Deus no Brasil, com a finalidade de determinar a responsabilidade perante a Convenção Geral e perante as autoridades constituídas”. As Assembléias Gerais realizadas nas décadas seguintes foram marcadas por discussões e debates sobre temas relacionados as doutrinas bíblicas básicas e por projetos de desenvolvimento da Obra de Deus.
Em 1989, a CGADB promoveu uma Assembléia Geral Extraordinária na cidade de Salvador-BA, quando foi decidido pelo desligamento dos pastores do Ministério de Madureira, por força de dispositivo estatutário que impede ao ministro pertencer a mais de uma convenção nacional. Os ministros do Ministério de Madureira optaram por manter a existência da então recém criada Convenção Nacional de Ministros da AD de Madureira (CONAMAD), abrindo com isso uma dissidência na igreja.
Os anos 90 marcam uma nova fase de crescimento das Assembléias de Deus no Brasil. Em maior parte, os resultados apresentados nesse novo período de crescimento dão-se, claramente, decorrente de medidas tomadas pela CGADB durante essa década. Sob a liderança do Pr. José Wellington Bezerra da Costa, a principal decisão foi a implantação do projeto Década da Colheita, um esforço evangelístico que envolveu praticamente toda a igreja no Brasil. O censo do IBGE de 2000 mostrou, em comparação com último censo de 1991, o quando a AD cresceu nos últimos dez anos do século 20.
Assombrada pelo vultuoso crescimento da igreja e pela necessidade de um espaço mais adequado para o desenvolvimento de suas atividades, a CGADB inaugurou no dia 26 de novembro de 1996, sua nova sede, no bairro da Vila da Penha, cidade do Rio de Janeiro - RJ, em um moderno edifício de 4 andares, onde disponibilizados salas administrativas e um auditório com capacidade para 700 pessoas, além de anexo onde está instalada a EMAD – Escola de Missões das Assembléias de Deus e uma ampla loja da CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus.
Neste início de século 21, a Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil continua implantando um projeto de desenvolvimento de sua participação mais ativa na sociedade do nosso querido país. Criou-se o Conselho Político da CGADB que tem por finalidade coordenar o projeto “Cidadania AD Brasil”, que desenvolve a consciência política na liderança das Assembléias de Deus no Brasil e gerencia o lançamento de candidatos oficiais da denominação nos pleitos eleitorais em todo Brasil. Hoje as Assembléias de Deus contam com 22 deputados federais, 38 deputados estaduais e 1.010 vereadores. Na área cultural, a CGADB inova com o ambicioso projeto de implantação da Faculdade Evangélica de Ciências, Tecnologia e Biotecnologia da CGADB – FAECAD, ofercendo a princípio quatro curso: administração de empresas, comércio exterior, direito e teologia. A FAECAD já obteve o reconhecimento do MEC e as atividades da mesma começaram no mês de agosto de 2005.
Os frutos de um trabalho volumoso que vem sendo empreendido na liderança do Pr. José Wellington Bezerra da Costa, juntamente com a Mesa Diretora, continuam a serem colhidos pela Convenção Geral e face as comemorações dos 75 anos de existência de nossa querida CGADB, temos no Senhor Jesus, o galardoador fiel, nossa gratidão. E a cada dia que olhamos para o gigantesco trabalho que tem se tornado a Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, devemos louvar ao Senhor, rendendo-lhe a mais tenra adoração e gratidão, e ainda sim, pedir graça ao bom Deus no intuito de continuar iluminando nossa liderança maior, a fim de que esta obra faça avançar o Reino de Deus na Terra. Diz a Palavra de Deus: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças.” Ec 9.10.
Há 75 anos a CGADB vem realizando assembléias convencionais
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